Selecionando Plantas

Neste capítulo, vou discorrer sobre a seleção ou escolha de plantas medicinais para o uso terapêutico.
Vale lembrar que a seleção não é aleatória. Diante do conhecimento das plantas e o problema indica-se a melhor planta medicinal ou aquela que vai ajudar a recuperar a saúde e a qualidade de vida de modo mais eficiente.

DESTACANDO DICAS PRÁTICAS
• o material de estudo e orientações deve ter credibilidade e ser respaldado pelas pesquisas científicas. Isso evita enganos e orientações equivocadas.
• Utilizar plantas conhecidas e que tenham suas propriedades pesquisadas e confirmadas. Assim, ao utilizar uma planta medicinal haverá ação terapêutica.
• As plantas medicinais devem ser identificadas pelo nome científico. Evitam-se enganos e usa-se a planta correta. Confiar em nomes populares não traz certeza. Há muitas plantas com nomes iguais e vários nomes para uma única espécie.
• Veja alguns exemplos: erva de são joão. Poderemos falar de várias plantas com este nome. E o que é pior. Podem-se usar inclusive plantas com ação tóxica ao ser ingerida.
• Há a necessidade de determinar qual a parte da planta a ser usada. Não há uma uniformidade na distribuição dos princípios ativos no vegetal. Muitas vezes, não há substâncias terapêuticas em várias partes da planta. Além disso, podemos ter uma parte da planta com princípio ativo e na outra encontrar substâncias tóxicas.
• Determine a parte da planta a ser utilizada. Exemplo: raiz, semente, casca, caule, flores, folhas, sumidade florida, etc.
• Escolheu a planta e sua parte? Agora o passo seguinte é selecionar apenas as partes sadias da planta. Principalmente se for utilizar as folhas, despreze todas as folhas amareladas, com fungos, ferrugem, partes estragadas e comidas por insetos.
• Determine se a planta é para uso interno ou externo. Geralmente, pensa-se que é para ser ingerido. Contudo, algumas plantas não podem ser ingeridas. Outras devem ser usadas topicamente para se obter resultados satisfatórios.
• Se for comprar as plantas medicinais, compre-as de locais idôneos e confiáveis. Jamais, compre-as de locais, como, calçadas, supermercados, banquinhas, etc. Podem estar contaminadas. Compre-as em lojas especializadas.
• Se for colher plantas evite as de beira de estradas, marginais de rios poluídos, onde há esgotos (informações adicionais posteriores para este assunto).
• Redobre a atenção à colher plantas em lavouras ou próximo. Pode-se estar colhendo algo contaminado com pesticidas e agrotóxicos em geral usados na agricultura.
• É importante saber preparar o chá ou a forma ideal para cada parte da planta.
• Escolhida a forma de preparo, mãos à obra. Contudo, cada preparado deve ser adequado. Pode-se determinar a presença ou não das substâncias com a forma que o preparamos. Veja um exemplo: a flor da camomila possui óleos essenciais. Estes são muito voláteis. Se fosse utilizar uma decocção para esta planta não teríamos substâncias no chá. Sem substâncias, não há ação terapêutica.
• Os vasilhames usados devem ser bem limpos e jamais usar alumínio. Pode-se utilizar vidro, louça, aço inox e até esmaltados.
• Toda planta possui um tempo de validade. Se colhida ela estraga mais rápido. Desidratada e bem seca conserva-se por mais tempo.
• Utilize plantas dentro do tempo de validade e conservadas em locais limpos e secos. Jamais deixe as mesmas em contato com produtos de limpeza ou produtos químicos.
• Lembre-se que o processo de secagem da planta é diferente para cada espécie. Portanto, o processo deve ser o correto para cada planta. Deve-se considerar a temperatura ideal e se ao sol ou se na sombra.
• Descarte plantas mofadas ou estragadas.
• A planta deve ter suas características organolépticas (ou seja, cheiro, gosto e cor) mantidas mesmo depois de seca.

QUANDO E QUANTO TOMAR UM FITO .............quer ler o texto na íntegra??? então mande um e-mail para anacarlacamargo@hotmail.com que enviarei a você.


Autores: Gilson Giombeli - Geoterapeuta, Massoterapeuta e Fitoterapeuta / CÉLIA LONGOBARDI Farmaceutica e Fitoterapeuta.

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Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.
As informações disponíveis neste Blog possuem apenas caráter educativo.

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Depressão

"Sofrer de depressão simplesmente significa que você tem se reprimido demais. Depressão nada mais é do que repressão. Você está deprimido porque não lhe é permitido se expressar. ao se expressar, ao catarsear tudo o que está reprimido em seu inconsciente, você vai se tornar mais sano mais saudável."
Osho ( The Dhammapada: The Way of the Budha), Vol. 7.

Nos últimos anos, muitos artigos têm sido escritos sobre depressão. No entanto, o que geralmente se omite é que a depressão é originada basicamente da falta de expressão do indivíduo. E não é à toa, já que a nossa sociedade é a primeira a reprimir a expressão de nossas emoções, incentivando-nos desde cedo a controlá-las.

Bloqueadas as emoções, impedimos que a nossa energia vital circule livremente por nosso corpo, o que faz com que ele perca a vitalidade original e passe a refletir os bloqueios a que se submete. Apesar de as emoções bloqueadas serem freqüentemente as "negativas", a perda de sensibilidade do corpo gera uma incapacidade também para os sentimentos ditos "positivos", como a alegria e o amor.

A vida torna-se, então, carente de significado e, em níveis mais profundos de depressão, a pessoa não deseja sequer viver. Mas a depressão é mais comum do que se pensa na vida das pessoas. Acreditamos que, em nossa sociedade, pela cultura da repressão das emoções, todos os indivíduos sofrem de um certo grau de depressão.

Veja o que diz Lowen, em uma de suas obras mais recentes:

"Se ficamos deprimidos, por que não nos curamos espontaneamente? Na verdade, há pessoas que superam espontaneamente uma reação depressiva. Infelizmente, na maioria dos casos, a depressão tende a reaparecer, porque a causa subjacente persiste. Essa causa é a inibição da expressão dos sentimentos de medo, tristeza e raiva. A expressão desses sentimentos e a tensão concomitante reduzem a motilidade do corpo, resultando em um estado de redução ou depressão da vitalidade. Aliada a isto, está a ilusão de que seremos amados, se formos bons, servis, bem-sucedidos e assim por diante. Essa ilusão serve para manter o ânimo do indivíduo durante a luta para obter amor, mas, como o amor verdadeiro não pode ser adquirido ou obtido por qualquer desempenho, cedo ou tarde, a ilusão cai por terra e o indivíduo entra em depressão. A depressão desaparecerá, se o indivíduo puder sentir e expressar seus sentimentos.(...) Expressar os sentimentos alivia a tensão, permitindo ao corpo recuperar sua motilidade, aumentando assim a sua vitalidade. Este é o lado físico do processo terapêutico." (LOWEN, Alexander. Alegria. 2ª Edição. Ed, Summus, 1997, p.28)

Conclui-se que é necessário trabalhar o corpo para devolver-lhe a sensibilidade e, desta forma, criar uma base física para o prazer de viver.

http://www.namaste.com.br/

(Retirado do site Site Namastê).

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