Como surgiu a homeopatia?

A homeopatia foi criada no fim do século 18 por Samuel Hahnemann, alemão doutorado em medicina e profundo conhecedor de química e mineralogia, como alternativa aos métodos de cura usados na época, todos bastante agressivos. Como o próprio nome diz, a homeopatia (do grego homoios, “semelhante”, mais pathos, “sofrimento”) oferece aos pacientes remédios feitos com substâncias que provocam sintomas parecidos com os da doença. Em alguns casos, esses sinais até se agravam antes de começar a desaparecer – afinal, o objetivo é fazer com que o organismo reaja, crie anticorpos e se torne mais saudável. Daí por que a homeopatia não se propõe só a combater os efeitos das moléstias. A missão é equilibrar a vida do indivíduo por inteiro. Quem se trata segundo essa prática toma os medicamentos quase todo o tempo, justamente para não ficar doente. A premissa é que todo ser possui uma chama ou energia vital que o mantém vivo e que no corpo doente essa energia está desequilibrada. “Os remédios, feitos à base de minerais, vegetais e até venenos de animais, são diluídos em até 100 partes de álcool”, explica Felix Barbosa de Almeida, ex-presidente da Associação Paulista de Homeopatia. “Quanto mais diluído, mais funcional e prolongado é seu efeito.” No Brasil, a homeopatia foi reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina em 1980.

Quer saber mais, então entre no linkhttp://vidasimples.abril.com.br/subhomes/listas/canal.shtml?listas_139.shtml e descubra as 100 respostas para as nossas dúvidas.

(Retirado do site Revista Vida Simples).

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100 coisas para viver

Em um dia aparentemente corriqueiro, David Bruno sentiu- se sufocado com a quantidade absurda de coisas que viu ao seu redor. O americano se deu conta de que andava invertendo valores: amava as coisas e usava as pessoas. Para lutar contra o consumismo, propôs a si mesmo um desafio batizado de The 100 Thing Challenge (O Desafio das 100 Coisas): até 12 de novembro, deve concluir uma lista com os 100 objetos pessoais que considera indispensáveis. A partir daí, passará um ano vivendo com esse número de pertences. Claro que há algumas regras: tudo que é compartilhado em família não foi incluído na conta, assim como artigos de grande valor afetivo, teoricamente dignos de serem levados por uma vida inteira pela sensação nostálgica que oferecem, como a Bíblia usada pelo avô durante a guerra. Em seu blog, sucesso na web, o empresário mantém um registro sobre o passo-a-passo do desapego: aos poucos, a lista do que irá permanecer diminui, enquanto cresce o que será vendido, doado ou jogado fora. Como todos nós, abrir mão de bens materiais é encarado como um sacrifício que Bruno vivencia a duras penas. E esta é a parte mais desafiadora de sua proposta: reavaliar seus conceitos sobre conforto e necessidade. Desde então, economizou tempo, dinheiro e energia, dando importância ao que realmente vale a pena. Através de um esforço realista e voluntário, tem mostrado que podemos, sim, simplificar desordem, padrões, desejos e excessos sem que isso resulte em infelicidade.

Quem quiser conferir como anda a lista de David...........entre no link do blog dele http://www.guynameddave.com/

http://vidasimples.abril.com.br/
(Retirado do site Revista Vida Simples set/2008)

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