Como lidar com a raiva?

Swami Dayananda Saraswati

A raiva em si não é nem boa nem ruim. Ela precisa ser reconhecida e aceita. E precisa ser processada. O fato de eu ter raiva não me torna especial. Todo o mundo tem raiva.
Porém, você não deve justificar suas ações sob o domínio da raiva vitimizando pessoas à sua volta. Eu posso aceitar a sua raiva, mas tenho o direito de não me tornar vítima dela. Não vitimizar os demais com a sua raiva implica dama, auto-controle.

Você pode falar para sua familia que dentro da sua casa, ninguém mais irá vitimizar os demais por causa da raiva. Você pode dizer “eu estou com raiva, vou falar com você depois”. Ou, os outros poderão dizer “você esté com raiva, vou falar depois contigo”.

Você deve dar para às suas crianças e cónjuge o poder de lhe apontar quando você está se deixando dominar pela raiva. Este é o ponto em que o lar torna-se funcional, em que há comunicação honesta. O lar é a melhor academia emocional. A raiva está dentro de todos.

Continue lendo...

Síndrome do Pânico.

Pode acontecer em qualquer lugar, a qualquer momento. Quando você está só, acompanhado, em casa, em público, até mesmo durante seu sono. De repente, sem qualquer motivo aparente, o coração dispara, o rosto se avermelha e o fôlego fica curto. Vertigens e náuseas podem completar o quadro, dando a impressão de que você irá morrer no próximo segundo.

Se você já experimentou estes sintomas, então sabe o que significa um ataque de Pânico. Não raramente, as pessoas afetadas terminam procurando atendimento médico em um pronto socorro, acreditando estar sofrendo um ataque cardíaco.

Os ataques de pânico são mais comuns em mulheres e algumas pessoas são afetadas com tal freqüência que o problema recebe o nome de Síndrome do Pânico.

Antigamente, estas crises eram rotuladas (erroneamente) de crises de nervos ou estresse, mas agora são reconhecidas como uma doença potencialmente incapacitante – porém tratável.


Os ataques de pânico se caracterizam por um início súbito. Os sintomas costumam atingir seu ponto máximo após 10 minutos e duram cerca de meia hora, mas este padrão pode variar. Algumas pessoas apresentam crises que duram várias horas ou até mesmo o dia inteiro. Após a crise, a pessoa se sente fadigada e exaurida.

Os sinais e sintomas mais comuns durante um ataque incluem: aceleração dos batimentos cardíacos, suor profuso, tremores, falta de ar com respiração rápida, calafrios, vermelhidão pelo corpo, náuseas, cólicas abdominais, dor torácica, dor de cabeça, vertigens, desmaio, sensação de aperto na garganta, dificuldade para deglutir, e sensação de morte iminente.

É importante lembrar que vários outros problemas de saúde, tais como o Infarto Agudo do Miocárdio e o Hipertireoidismo, podem causar manifestações semelhantes.

As pessoas afetadas pela Síndrome do Pânico quase sempre apresentam outros problemas de ordem mental, incluindo depressão, distúrbios da ansiedade, insônia e fobias.


Os especialistas ainda não estão certos sobre o quê causa os ataques de pânico. Fatores hereditários, bioquímicos e ambientais podem ter uma parte na gênese do problema. Os casos de Síndrome do Pânico são mais comuns em pessoas de uma mesma família.


A síndrome pode interferir profundamente na qualidade de vida da pessoa afetada. Por isso, ao menor sinal de suspeita, procure atendimento médico.


O médico irá pedir para você descrever as manifestações do que vem sentindo, a freqüência das crises e em que situações elas costumam ocorrer. O exame médico minucioso é o primeiro passo para determinar se as crises são causadas por problemas orgânicos, como alterações cardíacas ou na glândula tireóide.

Se você não apresentar qualquer outro problema de saúde subjacente, o médico poderá fazer o diagnóstico de Síndrome do Pânico com base nos sinais e sintomas e em sua freqüência.


A Síndrome do Pânico pode ser incapacitante e devastadora. O temor de novas crises pode levar a pessoa a evitar qualquer tipo de risco, isolando-se de tudo e de todos, com "medo de ter medo".
Em crianças, os ataques de pânico podem interferir com o desenvolvimento social e escolar normal.
A Síndrome do Pânico também aumenta o risco para depressão, suicídio, alcoolismo e uso de drogas ilícitas.
O tratamento da Síndrome do Pânico é bastante eficaz, produzindo bons resultados na maioria das pessoas tratadas. As medicações mais utilizadas incluem Antidepressivos (p.ex.: sertralina, paroxetina ou fluoxetina) e remédios contra ansiedade, chamados Ansiolíticos (p.ex.: clonazepam, alprazolam, etc).
Infelizmente, a eficácia destes remédios varia de uma pessoa para outra e alguns deles podem causar dependência. Por estes e outros motivos, os remédios para Síndrome do Pânico jamais devem ser tomados ou interrompidos por conta própria.
A Terapia Cognitivo-Comportamental é outro recurso eficaz para controlar as manifestações da síndrome. Este tratamento, aplicado por um psiquiatra ou psicólogo, consiste em reconhecer os primeiros sinais de um ataque e utilizar técnicas de respiração e relaxamento para combater estes sintomas. O tratamento associando remédios e terapia cognitivo-comportamental produz excelentes resultados.
© Equipe Editorial Bibliomed.
Fonte http://boasaude.uol.com.br/

Referências Bibliográficas Selecionadas


Katon WJ. Clinical practice. Panic disorder. N Engl J Med. 2006 Jun 1;354(22):2360-7.

Lader M. Management of panic disorder. Expert Rev Neurother. 2005 Mar;5(2):259-66.

Scantamburlo G, Ansseau M. Panic attack. Rev Med Liege. 2004 May;59(5):293-6.

Pollack MH. New advances in the management of anxiety disorders. Psychopharmacol Bull. 2002 Autumn;36(4 Suppl 3):79-94.

Pollack MH, Allgulander C, Bandelow B, Cassano GB, Greist JH, Hollander E, Nutt DJ, Okasha A, Swinson RP; World Council of Anxiety. WCA recommendations for the long-term treatment of panic disorder. CNS Spectr. 2003 Aug;8(8 Suppl 1):17-30.

Continue lendo...

Valores e Vedanta - Swami Dayananda Saraswati

No décimo-terceiro capítulo da Bhagavad Gítá, existem alguns versos que lidam com o que podemos chamar "valores". A Gítá denomina esses valores jñánam, que significa conhecimento. Entretanto, jñánam, usado nesse sentido, como valores, não significa o conhecimento do Ser que tanto é o meio quanto o fim do ensinamento de Vedánta. Nesse uso, jñánam representa as diversas qualidades da mente na presença das quais, em medida relativa, o conhecimento do Ser pode ocorrer. E quando a ausência dessas qualidades é significativa, o autoconhecimento não ocorre, ainda que o professor seja qualificado e o ensinamento autêntico.

O conhecimento requer três fatores


Para qualquer tipo de conhecimento, três fatores são necessários:


1) o conhecedor,

2) o objeto de conhecimento,

3) o meio de conhecimento.


Observando as experiências do dia-a-dia, percebemos que esses três fatores têm que estar presentes para que qualquer conhecimento ocorra. Tomemos, por exemplo, o conhecimento de um som:


1) Eu, o conhecedor, tenho que estar presente para ouvir o som;

2) o som, a ser conhecido, deve ocorrer;

3) meus ouvidos, o instrumento, devem ser capazes de ouvir.


Todos esses fatores são claros, mas o terceiro fator requer uma análise O fator número um não apresenta problemas. Está claro, para mim, que se eu não estiver presente lá (ao alcance do som), não o ouvirei. O fator número dois também é óbvio: se o som não ocorrer, não o ouvirei.
O fator número três pode não ser tão simples: se eu estiver ao alcance do som e ele ocorrer realmente (de acordo com decIarações confiáveis de ouvintes próximos) e se, apesar disso, eu não ouvir o som, tenho que examinar a capacidade do meu meio de conhecimento para sons, ou seja, os meus ouvidos.


A mente deve respaldar os órgãos dos sentidos


Quando eu falho em ouvir um determinado som e se todos os testes acústicos mostram que os meus ouvidos são capazes de ouvir aquele som, então o problema deve estar em outro lugar. Onde mais? Eu direi: talvez a minha atenção tenha divagado. lsso significa que minha mente não estava atenta, respaldando meus ouvidos. Eu estava lá; o som ocorreu; meus ouvidos estavam presentes; eles erarn capazes, mas a minha mente não estava por trás de meus ouvidos, capacitando-os a ouvir. Devo, então, acrescentar algo à minha compreensão do que constitui um meio adequado de conhecimento. Para estar adequado para obter conhecimento de um determinado objeto, não somente deve o órgão do sentido - apropriado e apto para determinada percepção - estar disponível (olhos para a visão; ouvidos para o som; Iíngua para o paladar, etc.), mas também uma mente atenta e capaz deve estar por trás daquele órgão. Assim, para o simples conhecimento perceptivo, os órgãos dos sentidos em si não são o pramána, o meio do conhecimento. Os órgãos dos sentidos, em conjunto com a mente, são o pramána. Quando todos os fatores, incluindo a mente, estão presentes, o conhecimento acontece.


A mente deve estar preparada


O conhecimento sempre acontece quando todos os fatores, incluindo uma mente atenta, estão presentes? E se eu estiver buscando o conhecimento de cálculo? Eu encontro um professor de cálculo competente, que é um bom mestre - alguém que tem a habilidade de comunicar o que sabe. Ele me fala sobre cálculo em português, a língua que conheço. Eu reconheço as palavras. Para iIustrar a aula ele escreve números e letras no quadro-negro. Eu conheço o posso identificar os numeros e as letras. Sou fisicamente capaz de ver o que ele escreve no quadro. Sinceramente desejo aprender cálculo. Venho todos os dias. O professor ensina. Eu ouço e olho. Minha mente está atrás dos meus olhos e ouvidos. Mas, ai de mim, o conhecimento do cálculo não me ocorre! Por quê? Minha base de matemática é fraca. De fato, eu não tenho certeza se 7 mais 4 é igual a 9 ou a 12! Está rne faltando o preparo necessário para o estudo de cálculo.

Logo, nós devemos acrescentar algo mais à nossa compreensão do que é um mejo de conhecimento adequado. Já vimos que um meio de conhecimento deve ser apropriado, capaz e ter o respaldo de uma mente atenta. Uma outra qualificação deve ser agora acrescentada: a mente, pelo menos em algumas situações, deve não só ser capaz e atenta, mas também preparada. De modo a estar preparada para o conhecimento de cálculo, um samskára, um certo estudo de matemática deve estar presente. Somente, então, o conhecimento de cálculo pode ser obtido.


Palavras como meio de conhecimento


Para o simples conhecimento perceptivo, pode não ser necessária nenhuma preparação especial, além de, talvez, a atenção da mente. Quando o objeto está presente, os olhos estão abertos, a mente está por detrás dos olhos, o objeto é visto e esse conhecimento visual do objeto é obtido sem nenhuma preparação especial. Entretanto, para um conhecimento como o cálculo, que é obtido não apenas pela simples percepção, mas através das palavras usadas por um professor competente, desdobrando um certo raciocínio, alguma preparação sempre é necessária. Para que as palavras do professor funcionem como um pramána, um meio válido de conhecimento, as palavras devem ser apropriadamente utilizadas pelo professor e a mente do aIuno deve estar pronta.


Vedánta é um pramána, um sabda pramána, isto é, um meio verbal de conhecimento. Vedánta é um pramána na forma de palavras e frases que, utilizadas por um prolessor competente, tem a intenção de lançar luz no Ser. As palavras podem levar a conhecimento direto ou indireto, dependendo do objeto envolvido. Se o objeto está fora da minha área de experiência, as palavras apenas podem gerar conhecimento indireto. Se o objeto está dentro da minha área de experiência, as palavras levam ao conhecimento direto. Vedánta é sobre mim, sobre aquele que está indicado pela primeira pessoa do singular, "eu". Eu estou sempre disponível para mim mesmo, logo as palavras podem dar conhecimento direto de mim mesmo.


Para as palavras de qualquer ensinamento transmitirem conhecimento, devem ser compreendidas pelos alunos da mesma maneira que pelo professor. Definições gerais não são suficientes, porque carregam implicitamente, na sua generalidade, interpretações subjetivas. Para que as palavras sirvam como um meio de conhecimento, seu significado exato deve ser transmitido e os possíveis significados não-desejados devem ser negados. Como um professor consegue isso? Ele estabelece um contexto no qual outros possíveis significados das palavras são excluídos. Quando um professor falha em criar um contexto para as palavras que usa, ele não consegue transmitir conhecimento através delas. As palavras, então, tornam-se somente uma outra forma de condicionamento. Isso acontece comumente quando o assunto é o Ser. Freqüentemente, num ensinamento que tenta revelar o Ser, palavras tais como "infinito", "Brahman" e "eterno" são usadas, mas não são desdobradas. Tais palavras assim usadas somente se tornam um novo condicionamento, acrescentando mais confusão e falta de clareza à mente do estudante. Entretanto, mesmo quando você tem ambos, um professor de Vedánta quaIificado, que aprendeu a metodologia do ensino, que sabe como desdobrar o significado preciso das palavras usadas, e um estudante dedicado, que está buscando o conhecimento do Ser, o conhecimento, que é Vedánta, acontecerá somente se a mente do estudante estiver preparada. Para quem tem a mente despreparada, Vedánta é como cálculo para a pessoa que ainda está estudando tabuada. Isso não significa que cálculo ou Vedánta não possam ser compreendidos. Simplesmente significa que a preparação da mente é necessária. A mente é o lugar onde o conhecimento acontece. Se o conhecimento não ocorre quando ambos, o objeto do conhecimento e um meio de conhecimento apropriado, estão disponíveis para quem deseja o conhecimento, então deve existir algum obstáculo responsável pela não ocorrência do conhecimento. O único obstáculo possível é a falta de preparação da mente.


Jñánam prepara a mente para Vedánta


O que prepara a mente para o conhecimento que é Vedánta? Práticas como pránáyámas (exercícios respiratórios) e ásanas(posturas) podem ser úteis para aquietar uma mente agitada, mas não preparam a mente para o autoconhecimento.
Jñánam, de acordo com a Gítá, prepara a mente para Vedánta. Esses valores apresentados na Gítá podem ser definidos como um estado de mente que reflete certos valores universais e atitudes éticas. Outras práticas podem trazer uma quietude mental na qual os valores necessários são mais profundamente estabelecidos, mas somente a descoberta e assimilação dos valores por eles mesmos constituem a preparação da mente. Somente os valores preparam a mente. Tudo o mais é secundário. Por isso, a Gítá eleva os valores apropriados à categoria de conhecimento, denominando-os jñánam, que em sânscrito significa conhecimento. Entretanto, o jñánam dos valores e o do autoconhecimento não devem ser confundidos. Eles não são a mesma coisa. O jñánam dos valores é a preparação para a conquista do autoconhecimento. Isso não quer dizer que o conhecimento do Ser ocorrerá se a mente tiver os valores apropriados, mas que poderá ocorrer. Sem os valores apropriados, não ocorrerá.


Em síntese:


- valores apropriados presentes, autoconhecimento pode ou não estar presente;
- valores apropriados presentes, autoconhecimento pode ser obtido;
- valores apropriados ausentes, autoconhecimento não pode ser obtido.


retirado do site Vidya Mandir

Continue lendo...

Terapia das Cores.

Funções terapêuticas das cores:

Vermelho - É um vitalizador em potencial e estimulante circulatório. Aumenta a produção de glóbulos vermelhos e ferro no sangue, indicado para anemia. Eleva a pressão arterial e energiza o fígado. Não é recomendado usar o vermelho nos casos de: febre, taquicardia e pressão alta.

Laranja - É um desobstruidor em potencial, usado para auxiliar nos tratamentos de pedras nos rins e na vesícula; também recomendado para cistos, nódulos e formações tumorais benignas. É útil na desobstrução dos vasos sangüíneos e nas taxas elevadas de colesterol e triglicérides. Pode ser utilizado como substituto do vermelho, quando este não puder ser empregado.

Amarelo - É um estimulante do pâncreas e dos nervos sensoriais e motores, indicado para diabetes e atrofias nervosas e musculares. Favorece a digestão, produz efeito laxante e combate os vermes da flora intestinal. Seu efeito terapêutico abrange a pele, favorecendo na manutenção da elasticidade e cicatrização. E também recomendado para manchas, cravos e espinhas. Contra-indicação: infecção, inflamação, gastrite e úlcera.

Verde - Possui efeito equilibrador em todo organismo, por isso pode ser associado a qualquer outra cor para aumentar os benefícios da cromoterapia. Assim, além do efeito terapêutico das demais cores nos órgãos afetados pela doença, a presença do verde favorece a breve recuperação. É indicado para quaisquer problemas circulatório e cardíaco; regulariza a pressão arterial. A mistura do verde com o amarelo forma o verde limão, que favorece a constituição óssea, sendo indicado para a osteoporose.

Azul - É a cor de maior propriedade terapêutica, produz efeito calmante, anti-séptico, bactericida, adstringente e analgésico nos órgãos e sistemas do corpo. É indicado nos casos de taquicardia e pressão alta e favorece a coagulação sangüínea. É recomendado para todas as doenças infecciosas e inflamatórias, principalmente quando acompanhadas de febre. Suaviza a dor em qualquer parte do corpo.

Índigo - Favorece a drenagem linfática, sendo, portanto, indicado nos processos inflamatórios. Energiza a área visual e auditiva; é recomendado em quaisquer problemas dos olhos e dos ouvidos.

Violeta - Como estimulante imunológico, seu uso é apropriado para todos os tipos de infecções. Promove o fortalecimento do Sistema Nervoso Central; é conveniente nos casos de derrame cerebral, mal de Parkson e outras complicações neurológicas. É recomendado também para tumores malignos (câncer).

Valcapelli

Continue lendo...

Metafísica - Valcapelli.

METAFÍSICA DA SAÚDE Vol.1 - Vol.2 - Vol.3 - Vol.4
autor:Valcapelli e Luiz Gasparetto

A metafísica compreende o ser como um todo. A alma mobiliza os fenômenos psíquicos e do inconsciente brotam as emoções. Portanto, não se pode conceber que o foco do conflito seja puramente psicológico. As repressões estabelecidas por conceitos e valores absorvidos durante a vida não são a principal causa dos males físicos, mas sim os sentimentos nocivos que as pessoas cultivam em seu interior, como mágoas, ressentimentos, etc. Existem ainda as condições de autodepreciação, como falta de amor próprio, etc. Essas posturas internas desencadeiam mecanismos psicológicos e figuram entre as principais causas dos males orgânicos. A metafísica da saúde oferece uma visão holística dos mecanismos psicossomáticos. O corpo é o veículo de manifestação do ser e o referencial de expressão dos potenciais da alma. Cada parte do corpo reflete um conteúdo espiritual. Quando preservamos essas condições internas nós mantemos a saúde.

Vejamos agora, de forma resumida, o que alguns sistemas do corpo representam metafisicamente:

Sistema Respiratório: capacidade de interação com o ambiente. A saúde desse sistema é mantida quando a pessoa interage bem com o meio onde vive, sentindo-se parte integrante dele. Em geral, problemas respiratórios refletem as dificuldades para se inteirar com a vida e expressar-se diante das pessoas ao redor.

Sistema Circulatório: capacidade de fluir pela vida, fazer aquilo que a pessoa tem vontade, de modo a não gerar desarmonia no ambiente. Realizar tudo que for necessário para bem viver, para manifestar as idéias e realizar os objetivos. De modo geral, as doenças cardiovasculares refletem a maneira indevida com que as pessoas conduzem sua vida. Elas não preservam aquilo que brota do seu ser, reprimem-se diante dos obstáculos, ou ainda, substituem seu valores básicos, passando a viver em função de objetivos que não são verdadeiramente importantes ao seu ser.

Sistema Urinário: reflete o âmbito da parceria e relacionamento. É o referencial da habilidade de se relacionar: manifestar sentimentos, estabelecer laços afetivos e promover uma convivência feliz. A pessoa que apresenta complicações renais encontra muita dificuldade para estabelecer relacionamentos harmoniosos em sua vida.

Cada órgão que integra os sistemas do corpo possui uma representação metafísica. Conseqüentemente as doenças têm um fator emocional desestabilizado. Uma vez reparado o problema, através da consciência metafísica, a pessoa obterá condição internas favoráveis a sua completa recuperação.

Esta tabela encontrei no site do Valcapelli.

Alergia
Na metafísica a alergia é desencadeada pelo estado de alerta diante das situações da vida e a tendência a ficar na defensiva ao encará-las; Isso gera tensão e medo que é interpretado como um estado emocional abalado. Ele se manifesta nos momentos de enfrentar essas situações difíceis.
Para se trabalhar interiormente procure não ficar na retaguarda, apavorada e se preparando para uma situação como se fosse uma grande batalha a enfrentar. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.1. Autores: Valcapelli e Gasparetto.,

Anemia
Sabotar a capacidade de ser bom nas coisas que se propõe a realizar.
Aprender a se amar e se respeitar, a não se agredir, a lidar com o poder e controle da situação se por do próprio lado para vencer os desafios da existência. Tenha em mente que tudo na vida passa, menos o direito de ser feliz. Essa é uma conquista do espírito e um direito nosso. O maior poder está sobre si mesmo e não nas situações externas. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.2 . Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Alzheimer
A degeneração das células nervosas, metafisicamente, é o "deteriorar dos conteúdos internos". Representa que a pessoa ao longo da vida não conseguiu manter adequadamente o seu poder sobre as questões da vida. Não se auto dirigiu, nem tampouco conseguiu ser bem sucedido na excussão das suas próprias coisas. Pode-se dizer que em vez dele ter sido um vitorioso, por conseguir resultados que o realizassem, sente-se derrotado.No tocante a agressividade que explode em alguns momentos, refere-se ao quanto ele se conteve durante a vida.
É preciso que os cuidadores, nesse momento, tenham força. Que a tolerância e a compreensão sirvam como bálsamos evitando a revolta e indignação.Que esta doença sirva de lição: Viver respeitando seus limites, preservar as condições internas, e principalmente, não deteriorar aquilo que é precioso num ser humano, o seu próprio senso e o seu poder de decidir e agir, de acordo com seus valores internos. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.4. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Náusea
Resistência àquilo que se desenrola ao redor. O padrão metafísico apresenta tendência a recusar interagir com aquilo que não gosta ou mesmo que não vai ao encontro de seus anseios, rejeição a fatos não agradáveis.
Nem sempre as coisas são como agente quer, evite o mimo. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.1 Autores: Valcapelli e Gasparetto.
Vômito
Resistência àquilo que se desenrola ao redor. O padrão metafísico apresenta tendência a recusar interagir com aquilo que não gosta ou mesmo que não vai ao encontro de seus anseios, rejeição a fatos não agradáveis.
Nem sempre as coisas são como agente quer, evite o mimo. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.1 Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Bexiga e infecção urinária
Infecção urinária metafisicamente refere-se a conflitos no relacionamento, irritação com aquele que está do seu lado, geralmente a maior causa dessa irritação não é bem o que a pessoa faz ou deixa de fazer, o que mais incomoda mesmo é pelo fato de ser sempre assim na sua vida, as coisas sempre foram assim com você. Então na verdade aquilo que o outro apresenta te afeta por ser algo que você vivenciou e não se desprendeu.
Pare de se lamentar com os seus infortúnios afetivos e curta aquilo de bom que acontece com você. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.2. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Cistite
Infecção urinária metafisicamente refere-se a conflitos no relacionamento, irritação com aquele que está do seu lado, geralmente a maior causa dessa irritação não é bem o que a pessoa faz ou deixa de fazer, o que mais incomoda mesmo é pelo fato de ser sempre assim na sua vida, as coisas sempre foram assim com você. Então na verdade aquilo que o outro apresenta te afeta por ser algo que você vivenciou e não se desprendeu.
Pare de se lamentar com os seus infortúnios afetivos e curta aquilo de bom que acontece com você.

Uretrite
Infecção urinária metafisicamente refere-se a conflitos no relacionamento, irritação com aquele que está do seu lado, geralmente a maior causa dessa irritação não é bem o que a pessoa faz ou deixa de fazer, o que mais incomoda mesmo é pelo fato de ser sempre assim na sua vida, as coisas sempre foram assim com você. Então na verdade aquilo que o outro apresenta te afeta por ser algo que você vivenciou e não se desprendeu.
Pare de se lamentar com os seus infortúnios afetivos e curta aquilo de bom que acontece com você. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.2. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Cabelo, queda
No âmbito metafísico, os cabelos representam nossa defesa e proteção. Porque eles caem? Por que não estamos dando fiança àquilo que sentimos ou pensamos. Por não ter segurança em si, a pessoa apega-se ao que advém dos outros para sentir-se protegida e segura.
Procure resgatar aquilo que lhe é próprio. Sentir-se bem com aquilo que decide, com as medidas tomadas na vida; com a forma de pensar e agir. Afiançar a suas próprias decisões. Basicamente essas atitudes metafisicamente são benéficas ao cabelo, fortalecendo o bulbo capilar.

Cálculo na Vesícula
O padrão metafísico refere-se ao fato da pessoa protelar sua expressão, deixando para depois a manifestação daquilo que chateia e acaba não expressando. É algo como excesso de tolerância. Precisa resgatar a autenticidade e ser mais preciso na colocação daquilo que incomoda.
A vesícula não tem vias de eliminação desses cálculos, nesse caso só a desmaterialização resolveria o problema e isso é muitíssimo raro de alguém alcançar. Vale a pena trabalhar as causas metafísicas para não guardar tantas emoções e indignações que não são expressas. Procure um bom cirurgião gastro, e retire sua vesícula, você vai sentir-se melhor sem ela. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.1. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Catarata no olho direito
No tocante a causa metafísica da catarata, refere-se à dificuldade de encarar as verdades acerca das pessoas que estão do seu lado. Admitir que os outros não são como você que fossem, ou ainda não têm um grande sentimento em relação a você, ou eles não são de boa índole, como você gostaria que fossem.
Não é fácil encarar algumas verdades que estão por trás das aparências, mas é necessário admitir isso, pos um dia elas vêm à tona, é melhor estar preparado para não se decepcionar.

Coceira
A pele metafisicamente representa um órgão do contato, manifestar aquilo que lhe é próprio. Frustrando a expectativa manifestadora, a insatisfação de não ter realizado aquilo tudo que gostaria, faz com que a integridade pessoal fique abalada.
É. Necessário respeitar os seus limites, não fazer tanta expectativa acerca do seu próprio desempenho nas situações externas. O que for possível de ser feito será de bom grado.

Urticária
A pele metafisicamente representa um órgão do contato, manifestar aquilo que lhe é próprio. Frustrando a expectativa manifestadora, a insatisfação de não ter realizado aquilo tudo que gostaria, faz com que a integridade pessoal fique abalada.
É. Necessário respeitar os seus limites, não fazer tanta expectativa acerca do seu próprio desempenho nas situações externas. O que for possível de ser feito será de bom grado.

Cólica menstrual
Metafisicamente, problemas menstruais refere-se a dificuldade de lidar com as mudanças. No tocante a cólica refere-se a apego. Permanecer apegado a uma situação e não realizar as transições necessárias.
Na vida muitas mudanças ocorrem, é necessário que a mulher desenvolva a capacidade de realizar as transições para manter a harmonia da convivência. Avalie o nível de apego que evitou a renovação em algum setor da vida. É importante trabalhar o desprendimento e reforçar o propósito de adaptar-se as diversas situações da vida. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.2. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Colite
No âmbito metafísico a colite está relacionada a constituição de laços familiares e afetivos com caráter de dependências, impedindo o crescimento pessoal. Profunda irritação pela situação que provocou o rompimento de uma relação simbiótica.
É importante se dar o direito de se sentir arrasado com os fatos e não permitir que as ocorrências externas acabem com o seu bem-estar. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.1. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Dentes
No Âmbito metafísico os dentes representam firmeza de caráter e capacidade de tomar decisões na vida. Portanto, problemas referem-se a insegurança, dúvidas que abalam a força realizadora.
Procure desenvolver a segurança necessária para tocar seus projetos de vida, não se deixar abalar pelas situações ao redor. Acredite, você pode e também é capaz de conquistar a felicidade, basta ser mais determinada. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.1. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Dentes, canal
Metafisicamente os problemas que afetam o canal dos dentes estão relacionados a profundos abalos nas crenças da pessoa. É como sofrer sérias decepções e passar a questionar à respeito daquilo que acreditava.
A medida que a pessoa supera essa invasão e se refaz interiormente, qualquer tratamento será muito bem sucedido. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.1. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Depressão
Quando nos sentimos fragilizados e abatidos é porque não desenvolvemos uma boa estima, não preservamos o auto valor, nem tampouco mantemos nosso amor próprio. Não é fácil sair dela sozinha, a ajuda de um psicólogo, que te leve ao encontro consigo mesmo, torna-se indispensável. Comece a dar a si tudo aquilo que você esperava dos outros. Seja sua própria companheira, faça as pazes consigo que a felicidade será conquistada.

Diabete
No âmbito metafísico o diabético é um indivíduo que tem um histórico de vida repleto de frustrações e sofrimentos, que o tornaram triste, rancoroso e pessimista, não conseguem se desprender das mágoas. A pessoa perde o gosto pela vida.
Procure apoiar-se em si mesmo. Não dependa das condições externas para melhorar seu mundo interno. Resgate o potencial do ser. Aprimore a qualidade interna, isso será de grande ajuda para apreciar com mais ênfase as situações que te cercam. Abandone o pessimismo e assuma o otimismo, que a vida vai melhorar, e a saúde fará parte de seus dias. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.1. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Diverticulite
Metafisicamente, refere-se a um estado interior de saudosismo e arrependimento. Trata-se de alguém triste e amargurado, ou porque as coisas a sua volta não corresponderam aquilo que idealizou, revoltado por deparar-se a fatos que comprovam que todos os esforços para as realizações foram em vão,ou por abster-se da companhia de pessoas queridas para investir numa condição ideal para o futuro,ou ainda por alguém que não correspondeu a tudo o que fez, melhor dizendo, é a condição metafísica desencadeadora da infecção dos divertículos existentes nas paredes do intestino grosso.
Para reverter essa condição interna, é necessário desprender-se dos golpes da vida provocados por aqueles que consumiram toda a sua atenção e dedicação e não tiveram a dignidade de corresponder a tudo o que receberam. Perdoe-os. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.1. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Dor de cabeça
Metafisicamente dor de cabeça representa uma resistência em acatar acontecimentos inusitados da vida, se opor e não admiti-los. Ficar indignado com tais episódios.
Reflita se não existe algo te pressionando, obrigando-lhe a fazer determinada coisa que te deixe indignado, ou ter que acreditar em algo que não concorda? Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.4. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Dor de dente
No Âmbito metafísico os dentes representam firmeza de caráter e capacidade de tomar decisões na vida. Portanto, problemas referem-se a insegurança, dúvidas que abalam a força realizadora.
Procure desenvolver a segurança necessária para tocar seus projetos de vida, não se deixar abalar pelas situações ao redor. Acredite, você pode e também é capaz de conquistar a felicidade, basta ser mais determinada.

Endometriose
Metafisicamente é a tentativa da mulher em se afirmar como pessoa diante daqueles que a cercam. O mecanismo adotado para alcançar esse objetivo é o de querer que os outros sejam iguais a si, que pensem e ajam à sua maneira. “se todos forem iguais a mim, não vou me sentir inadequado”.Isso representa não estar seguro quanto ao seu próprio jeito de ser.
Ficar seguro de que temos o direito de ser diferente dos outros, agir a nossa maneira sem querer "forçar a barra" para que as pessoas também sejam assim; respeitar o nosso estilo e deixar que cada um faça a sua maneira.

Enjôo
Resistência àquilo que se desenrola ao redor. O padrão metafísico apresenta tendência a recusar interagir com aquilo que não gosta ou mesmo que não vai ao encontro de seus anseios, rejeição a fatos não agradáveis.
Nem sempre as coisas são como agente quer, evite o mimo. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.1. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Epilepsia
Metafisicamente a epilepsia representa uma intensa descarga de impulsos recalcados, o ataque epilético é a explosão desses impulsos guardados manifestados em uma única vez.Geralmente é alguém impulsivo, criativo, que se apaixona facilmente pelas pessoas e pelas coisas; porém reprime todo esses entusiasmos tornando-se uma pessoa moderada e as vezes até pacata.
Não contenha sua emotividade, é importante estar sempre atendo a construir oportunidades para agir. Nunca se cale, encontre um meio de se pronunciar; nunca pare, encontre um meio de algo realizar. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.4. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Erisipela
A erisipela representa os ferimentos obtidos no contato com a realidade. O quanto a pessoa se machucou no contato com aqueles que a cercam. Ela não se desprende de tudo o que aconteceu de ruim na realidade, com isso é consumida pelo arrependimento do que fez ou pela lembrança dos episódios nocivos que presenciou no passado.
Para reverter o processo: desprender-se do passado e ser plena no presente, parar de cultivar as chagas vivenciadas e aproveitar a oportunidade que a vida oferece no presente.

Espinhas
Não se aceitar da forma que se apresenta aos outros. Eleger-se (talvez) impura ou indigna quanto a maneira que se coloca perante os outros. Resumindo falta de auto aprovação.
Para mudar o padrão: se aprove, se respeite, aprimore o jeito de ser. Sinta-se puro e respeitável diante das pessoas.

Estria
Resumidamente a metafísica da estria refere-se a pessoa romper consigo mesma frente àqueles que a cercam; não falar aquilo que pensam, nem tampouco preservarem suas características pessoais. A pele metafisicamente é o órgão do contado, assim, quanto não evidenciamos aquilo que somos, para se adaptar ao meio em que vivemos, rompemos com nossa essência.
Procure ser mais fiel a si mesma, seja sincera agindo a sua maneira. Não é nada arriscado falar o que pensa, ao contrário, você irá ficar satisfeita consigo mesma.

Febre
No âmbito metafísico esse padrão refere-se a um estado de profunda irritação contida.
É importante elaborar o nervosismo e permitir que expresse suas irritabilidades.

Fibroma
Resumidamente O útero refere-se a maneira de ser, o estilo e característica da mulher. Aquele jeito só da pessoa em lidar com os acontecimentos. Quando bloqueia essa natureza e adota nova conduta, sem respeitar seu jeito de ser. Metafisicamente é bloqueio e negação da originalidade.
Faz-se necessário resgatar o estilo próprio. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.2. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Fibromialgia - Dor Facial
Metafisicamente os músculos referem-se a capacidade realizadora, já a face corresponde a auto imagem; dor é o reflexo de ferir-se ou punir-se.Assim, a fibromialgia é uma condição física que reflete o conflito da auto-imagem. A atitude rígida para consigo mesmo, condenar-se ou arrepender-se pelo que faz, ficar achando que deveria mais ou fazer melhor.
Para mudar a atitude interior, é necessário ficar mais do seu lado, respeitar seus limites e compreender que fazemos num momento aquilo que está ao nosso alcance. Não podemos ficar nos cobrando, isso desgasta a energia necessária para realizar o que é preciso.

Furúnculo
Metafisicamente furúnculo representa uma reprovação das próprias características, negar seu jeito de ser.
É importante resgatar a auto aprovação, se aceitar, e não deixar que alguns conceitos externos causem transtornos de aceitação para consigo.

Gastrite
A gastrite refere-se metafisicamente a irritação com o que se passa ao redor. Preocupação excessiva com os episódios que estão a nossa volta.
Procure ser mais tolerante e menos tenso com o que se passa com você. Procure nutrir pensamentos saudáveis. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.1. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Glaucoma
Metafisicamente o Glaucoma é um reflexo no físico, do quanto a pessoa se sente pressionada e responsável pelas situações que se passa ao redor. Geralmente essa autocobrança existe nas pessoas propensas a assumir exageradamente aquilo que está a sua volta.
É importante desenvolver a fé nos melhores resultados, a confiança nos processos da vida, deixar de assumir as responsabilidades dos outros e se culpar por aquilo que acontece de ruim.

Glóbulos brancos, baixo nível
Metafisicamente os glóbulos brancos representam nossa integridade pessoal, a capacidade de não se deixar abater por nenhuma interferência do meio externo. Baixo nível desses glóbulos é indício de que estamos nos sentindo abatidos ou até vencidos por alguma situação que abala a nossa certeza.
É necessário fortalecer as condições internas para que nada abale a certeza nos melhores resultados.

Gordura, obesidade
Reflete a necessidade de defesa e proteção, um sentimento de vazio e insegurança, bem como a dificuldade de viabilizar os planos.
Não permita que seus receios sufoquem sua expressão na vida Sinta-se livre e disposto a ser o que você é. Não veja a vida como se fosse arriscada e perigosa; nem tampouco as pessoas como juizes que estão prontos a te recriminar. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.3. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Gordura localizada
Gordura localizada representa estar se poupando da livre expressão, não deixar fluir a sua capacidade articuladora,a criatividade e flexibilidade.
Não permita que seus receios sufoquem sua expressão na vida Sinta-se livre e disposto a ser o que você é. Não veja a vida como se fosse arriscada e perigosa; nem tampouco as pessoas como juizes que estão prontos a te recriminar.Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.3. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Gordura - na região abdominal
Gordura localizada no abdome representa a postura em defender-se do ambiente, medo de ser afetado pelas situações nocivas que estão a sua volta. Esse é um fator metafísico, o outro é a negação das suas vontades, repressão dos seus impulsos.
Não permita que seus receios sufoquem sua expressão na vida Sinta-se livre e disposto a ser o que você é. Não veja a vida como se fosse arriscada e perigosa; nem tampouco as pessoas como juizes que estão prontos a te recriminar. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.3. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Gordura na região do culote
Gordura localizada representa metafisicamente estar se poupando da livre expressão, não deixar fluir a sua capacidade articuladora. O acúmulo de gordura no culote ou ancas representa falta de jogo de cintura nas situações práticas do cotidiano e contenção da impulsividade.
Não permita que seus receios sufoquem sua expressão na vida Sinta-se livre e disposto a ser o que você é. Não veja a vida como se fosse arriscada e perigosa; nem tampouco as pessoas como juizes que estão prontos a te recriminar. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.3. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Gordura na região dos braços
Gordura localizada representa estar se poupando da livre expressão, não deixar fluir a sua capacidade articuladora, a criatividade e flexibilidade, Nos braços, diz respeito as suas tarefas.
Não permita que seus receios sufoquem sua expressão na vida Sinta-se livre e disposto a ser o que você é. Não veja a vida como se fosse arriscada e perigosa; nem tampouco as pessoas como juizes que estão prontos a te recriminar. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.3. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Tosse
Tosse, representa conteúdos (crenças e valores) profundamente arraigados. Quando tossimos, é como se nosso corpo se mobilizasse para despojar as informações que um dia nos foram úteis, no entanto hoje impede de agir livremente, com segurança e fé.
É preciso fazer uma reformulação dos valores internos, para se despojar daquilo que dificulta sua fluidez na vida atual. Confie e se renove. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.1. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Inchaço nas pernas
Os aspectos metafísicos relacionados ao inchaço, refere-se a uma atitude de recolhimento e falta de entrega à vida e às situações existenciais
É importante que você tenha um bom nível de entrega, sentindo-se em condições de ser bem sucedido.

Labirintite
Metafisicamente a labirintite representa fuga ou negação daquilo que está ao redor, como ouvir algo que o chateia profundamente e se negar a encarar aquilo, acionando assim os processos somáticos da labirintite provocando a tontura.
Reflita a respeito de acontecimentos que você viveu recentemente, que ainda não está resolvido, procure se despojar daquilo que te aflige, superando os sentimentos de excessiva indignação e aceitando a verdade dos fatos. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.3. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Má drenagem linfática
Os aspectos metafísicos relacionados ao Sistema Linfático, resumidamente, referem-se a uma atitude de recolhimento e falta de entrega à vida e às situações existenciais.
É importante ter um bom nível de entrega, sentir-se em condições de ser bem sucedido. Não permita que o fantasma do medo do futuro torne-o inseguro.

Maxilar, ATM
ATM, refere-se à dosagem da força agressiva, a mobilização da nossa força perante os outros.
Refletir acerca de seu esforço para convencer os outros sobre o que você acredita; basta você crer. Caso você queira que os outros acreditem também, procure provar as coisas com ações e não com explicações. Ainda assim, sua movimentação para transmitir aos outros uma imagem melhor de si, pode estar sendo exagerada. Procure mover-se na vida focada mais no significado que as coisas têm para você, do que na repercussão de seus gestos. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.1. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Mioma do útero, fibroma
O útero refere-se a maneira de ser, o estilo e característica da mulher. Aquele jeito só da pessoa em lidar com os acontecimentos. Quando bloqueia essa natureza e adota nova conduta, sem respeitar seu jeito de ser, metafisicamente é bloqueio e negação da originalidade.
É necessário resgatar o estilo próprio. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.2. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Nódulos na virilha
Metafisicamente representa bloqueios na intimidade do prazer. Dificuldade de se relacionar com aquilo que proporciona prazer e satisfação. Isso pode se manifestar tanto na vida íntima (sexual) como nas atividades prazerosas da vida.
É importante superar as dificuldades encontradas nestas áreas da vida. Se permita fazer o que você gosta e te faz bem Assumir o direito de ser feliz e realizado.

Olhos, Pálpebras
Os olhos representam a capacidade de desvendar aquilo que está por trás do que acontece, ou seja, as verdades dos fatos. As pálpebras se relacionam com o direito de nos poupar para não sofrer.
Reflita acerca daquilo que vêm acontecendo, as descobertas que vem fazendo, e o quanto essa verdade o tem abalado. Não queira continuar se enganando. A verdade é o caminho mais curto para o sucesso pessoal e afetivo.

Sinusite
Sinusite metafisicamente refere-se à irritação provocada pelas pessoas que te rodeiam. A verdadeira causa dessa irritação não é bem o que a pessoa faz, mas sim o fato dela não corresponder ao que você esperava que fizesse.
Procure esperar menos das pessoas e viver mais aquilo que elas tem para te oferecer como amizade, parcerias etc. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.1. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Sistema linfático
Os aspectos metafísicos relacionados ao Sistema Linfático, referem-se a uma atitude integradora, acrescida de um sentimento de integridade. melhor dizendo sentir-se bom o bastante para aquilo que pretende realizar na vida.
É importante ter um bom nível de entrega, sentir-se em condições de ser bem sucedido na vida.

Tendinite
Quanto aos aspectos metafísicos da tendinite: refere-se a maneira complicada de realizar as tarefas. Se cobrar muito quando não consegue dar conta daquilo que esperava fazer. Sente-se limitado e não acha que está fazendo o suficiente.
Atitudes saudáveis: Procure realizaras as tarefas sem tanta cobrança para não se chatear quando não atingir os objetivos. Sobretudo, não se abale com os resultados; se eles não forem promissores, procure satisfazer-se pelo fato de algo ter feito em prol dos outros ou dos meios. Pense: fiz minha parte; o possível está feito, o impossível não cabe a mim. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.3. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Triglicérides
Metafisicamente o triglicérides refere-se a rupturas familiares que deixam seqüelas emocionais. Podem se ocasionadas por alguém, e que tenta a todo custo ser aceito novamente ou por um fator, que não coube a própria pessoa, mas ela sente-se na obrigação de reatar os laços.
É importante que a pessoa tire essa obrigação excessiva e até neurótica de reorganizar o meio familiar, ser aceita ou unir a todos os integrantes da família. Na trajetória tem momento para tudo, esse, de união familiar, por mais dolorido que seja, já passou.

Túneo do Carpo
Quanto aos aspectos metafísicos da tendinite: refere-se a maneira complicada de realizar as tarefas. Se cobrar muito quando não consegue dar conta daquilo que esperava fazer. Sente-se limitado e não acha que está fazendo o suficiente.
Atitudes saudáveis: Procure realizaras as tarefas sem tanta cobrança para não se chatear quando não atingir os objetivos. Sobretudo, não se abale com os resultados; se eles não forem promissores, procure satisfazer-se pelo fato de algo ter feito em prol dos outros ou dos meios. Pense: fiz minha parte; o possível está feito, o impossível não cabe a mim.

Útero, cisto hemorrágico
Metafisicamente refere-se a bloqueio ao estilo próprio.Quando o cisto for hemorrágico, significa que a pessoa se perde na hora de preservar seu estilo próprio. Não consegue preservar naturalmente aquilo que ela própria é, quando o faz exagera, ou "força a barra".
Procure fluir naturalmente ser o que é, sem agredir a ninguém, nem tampouco reprimir o seu estilo. Saiba mais sobre o assunto no livro: Metafísica da Saúde vol.2. Autores: Valcapelli e Gasparetto.

Continue lendo...

Doenças mais comuns e a sua respectiva causa Metafísica.

Muito legal esta tabela que eu encontrei em um site de Portugal.

A

Acne
Não aceitar ou desgostar de si próprio.

AIDS
Sentir-se indefeso e sem esperança. Recusa da verdade espiritual interna ou culpa sexual.

Alcoolismo
Rejeição Própria, sentir-se inútil.

Alergia
Negar a força interior própria.

Alzheimer
Recusa de aceitar o Mundo tal e como é.

Anemia
Medo da vida, ou falta de alegria. Postura constante do "Sim, mas..."

Anorexia
Negar a própria vida. Medo excessivo em ser rejeitado.

Ansiedade
Não confiar no percurso da vida.

Arteriosclerose
Mentalidade estreita.

Artrite
Sentir-se que não é amado e criticado. Forte ressentimento.

Audição
Não querer ouvir. Raiva ou muita confusão.

Medo de Animais
Medo em aceitar as prendas da vida e a diversão.

B

Bulimia
Sem esperança. Ódio próprio.

Boca
Não ser capas de discutir novas ideias ou possibilidades.

Bronquite
Ambiente pesado na família.

C

Cotovelo
Não ser flexível, não ser capas de mudar de direcção ou aceitar novas experiencias.

Calvície
Medo, tensão. tentar controlar tudo e não confiar no processo da vida.

Câncer
Profunda dor. Sofrimento em segredo.

Catarata
Incapacidade em olhar em frente com alegria.

Colesterol
Dificultar as formas de diversão.

Cólicas
Irritação mental. Aborrecimento com algumas pessoas.

Coma
Medo. Tentar fugir de alguma coisa ou alguém.

Cortes
Castigo próprio por não seguir as suas regras ou costumes.

Cabelo grisalho
Stress, sentir-se baixo pressão e tensão.

Costas
Parte Baixa: Angustia e preocupações financeiras.Parte Central:Sentimento de culpa, enfiar-se em todos os negócios que aparecem, ou fugir de algum trabalho.Parte Superior:Falta de suporte emocional ou sentir-se não amado.

Coceira / Comichão
Sem satisfação, ter desejos que vão em contra ao que é natural.

Coxa
Medo em avançar na maior parte das decisões.

Coração
Falta de diversão. Lidar com problemas por raiva.Sem amor.Ataque do coração:Pressão em não divertir-se. Gosto por dinheiro e posição social.

Dor de cabeça
Autocrítica. Não querer aceitar o que esta a acontecer.

D

Depressão
Raiva. Sem esperança.

Diabetes
Desejo pelo que a de vir.Não tem transmitido amor ao longo da vida.

Desmaios
Medo de confrontos, perda da noção do que está a acontecer.

Dedos
Dedo polegar:Inquietação, Estar sempre pensando.Dedo indicador:Medo da autoridade. Egoísmo. Abusar da sua autoridade.Dedo médio:Raiva ou insegurança na intimidade.Dedo anular:Pena de amor, problemas com compromisso.Dedo mindinho:Ignorar a sua própria criatividade, Problemas de ligação com a família.

Derrame cerebral
Desistir. Rejeitar a vida. "Eu deveria morrer em vez de mudar".

Diarreia
Medo e rejeição. Fugir de alguma coisa ou alguém.

Dentes - Tratamento de canal
Crenças destruídas. Não conseguir mastigar mais o assunto.

Lado Direito do corpo
Energia masculina, dar. Homem ou pai.

E

Espasmo
Aperto ou pensamentos de medo.

Lado Esquerdo do corpo
O lado feminino. Representa receptividade, absorção, mulher, mãe, amor.

Escoriação
Castigo próprio.

F

Febre
Raiva, irritar-se muito.

Problemas de Feminilidade
Negação própria e rejeição do sentido feminino interno.

G

Gaguejar
Insegurança, falta de expressão própria. Não conseguir chorar.

Dor de Garganta
Aguentar palavras mais furiosas. Incapacidade em expressar-se.

Gases
Preocupação.

Gengivas
Incapacidade para recuar ou tomar decisões. Não ter opinião própria sobre a vida.

Gripe
Muitas coisas a fazer ao mesmo tempo. Confusão e perturbação mental.

H

Hiperventilação
Abdicar das mudanças.

Hiper actividade
Sentir-se pressionado e nervoso.

Hérnia
Ruptura de relacionamento. Sensação de aflição.

Hemorróidas
Medo da morte. Medo em desistir e continuar.

I

Insónia
Medo, não confiar no processo da vida.

Infecção
Irritação, raiva ou aborrecimento sobre uma situação recente.

Indigestão
Temor ou ansiedade sobre uma recente ou próximo evento.

Impotência
Culpa ou pressão na sexualidade. Mal-estar com um anterior parceiro.

Intestino
Medo de relaxar.

*-itis
Qualquer doença que contenha "itis" no fim da palavra é muitas vezes associada a representar o Medo.

J

Joelho
Incapacidade de desistir. Orgulho em ser teimoso.

K


L


Laringite
Medo em levantar a voz.

M

Menopausa
Medo de não voltar a ser querida.

Menstruação
Negação da feminilidade. Culpa ou sentir-se suja.

Músculos
Resistência a novas experiencias. não ser capaz de mobilizar-se livremente ou com facilidade.

Mandíbula
Raiva, ressentimento, necessidade de vingança. Não saber desistir.

Mão
Elevado desejo de sucesso ou fama. Não lidar bem com as coisa. Não saber desistir.

Mordidas
Animal:Raiva interna.Insecto:Sentimento de culpa em assuntos sem importância.

N

Náusea
Medo, Rejeitar uma ideia ou experiencia.

Nervosismo
Medo, ansiedade, estar sempre com pressa.

Nariz
Reconhecimento próprio.Sangrar do nariz:Chorar por amor ou reconhecimento.Pingar do nariz:Solicitar ajuda, chorar internamente.Nariz asfixiante:Não reconhecer o valor próprio.

Defeito de nascença
Relativo ao Karma. Lidando com negócios inacabados.

O

Olhos
Astigmatismo:Medo de ver-se a si próprio.Catarata:Incapacidade em olhar em frente com alegria.Em criança:Não querer ver o que está a acontecer na família.Míope:Medo do futuro.

Ovários
Incapacidade em expressar ou aceitar a própria criatividade.

Ombro
Carregar o peso do mundo nos seus ombros. Sentir que a vida é um sobrecarga.

Ossos
A estrutura da vida/universo. Fractura:revoltou-se contra a autoridade.Deficiência:Pressão e firmeza mental.

P

Pâncreas
Não ser capaz de desfrutar da doçura da vida.

Pneumonia
Sentir-se desesperado, não lhe é permitido curar profundas feridas emocionais.

Próstata
Medos mentais que enfraquecem a masculinidade. Prazer sexual e desejo de culpa ou fraqueza.

Perna
Colapso dos seus ideais. Não viver com as suas ideias.

Pele
Ansiedade, Medo, Sentir-se ameaçado.

Excesso de peso
Medo, sentir uma profunda necessidade por protecção emocional. Escapar dos sentimentos, insegurança.

Pescoço
Recusar ver o outro lado ou posição de alguém. Teimosia.

Pulso
Não ser flexível num assunto ou situação. Não tratar das coisas com facilidade. Teimosia.

Pulmão
Depressão, tristeza ou medo de viver. Não sentir-se digno.


Medo do futuro ou não querer avançar.

Paralisia Cerebral
Necessidade de unir a família numa acção de amor.

Pústulas (Bolhas)
Pequena explosão de raiva.

Peito
Esquerdo:Sentir-se não amado, recusa em manter-se a si próprio. Colocar aos outros em primeiro.Direito:excesso de protecção ou influência. Dificuldade em transmitir amor.

Glândula pituitária
Sentir-se fora de controle, ou sentir que não controla o seu destino.

Síndrome pré-menstrual
Deixar de dominar. Rejeitar o processo feminino.

Q

Queimadura
Raiva, irritar-se constantemente.

R

Reumatismo
Sentir-se vitimizado, falta de amor. Amargura crónica.

Rim
Crítica ou vergonha. Sentir-se como se não tivesse feito suficiente.

Pedras nos Rins
Raiva não solucionada.

Roncar
Recusa teimosa de deixar os seus ideais.

Resfriado
Reagir a negatividade em massa. Colocar muita esperança nas estadísticas.

Respiração
Medo em recusar compreender a vida. Não sentir-se digno.

S

Pressão Sanguínea
Elevada tensão:problemas com emoções antigas que não foram resolvidas.Baixa tensão:falta de amor, e derrotismoAtitude "de que serve..."

Sangue
Falta de diversão ou falta de circulação das ideias.

Surdez
O que não quer ouvir? Medo de ser rejeitado, sentir-se isolado.

T

Tumor
Fundamentar-se em remorsos, feridas e choques.

Tiróide
Humilhação. Sentir-se reprimido ou sacrificado. Sentir que nunca obtêm o que deseja.

Testículos
Não aceitar os princípios da masculinidade.

Tremer
Sentir-se perdido, sem esperança. Não conseguir recuperar o controlo da própria vida.

Tornozelo
Inflexibilidade em manter-se em pé. Incapacidade em receber satisfação.

Tosse
Desejo de gritar ao Mundo. "Oiçam-me!!!"

U

Úlcera
Agarrar-se ao medo. Não confiar no processo na vida.

Infecções urinarias
Sentir-se irritado. usualmente com o sexo oposto ou amado.

Roer as unhas
Frustração.

V

Veias varicosas
Manter-se numa situação que odeia. Sentir-se sobrecarregado.

Doença venérea
Culpabilidade sexual. Sentir que precisa ser punido. Acreditar que a intimidade sexual é um crime ou pecado.

Vomitar
Rejeição violenta das ideias. Medo da novidade.

Verruga
Pequena expressão de ódio. Sentir-se ou acreditar que é feio.

Vertigem
Excêntrico, frívolo; Pensamento disperso.

Vícios
Fugir, não afrontar o medo ou não gostar de si próprio.

W

X

Xenofobia
Medo em aceitar-se, sentir-se sem valor. Medo de rejeição.

Y

Z


Texto retirado do site http://www.monicacamacho.com


Continue lendo...

Autoconhecimento - Swami Dayananda Saraswati

Ao nascermos, nos deparamos com um mundo cheio de nomes e formas que determinam os limites e as diferenças aparentes entre objetos. A cada instante vivemos inúmeras experiências de prazer e desprazer e aprendemos a interpretá-las a partir de conceitos, valores e significados, que assimilamos dos outros e do ambiente em que vivemos. Impulsivamente buscamos realizar os nossos desejos, repetindo experiências de prazer, e assim nos dizemos felizes; ou tentamos evitar sensações de desconforto e desprazer, que nascem da impossibilidade de realizar nossos desejos, e então nos dizemos infelizes. Esse refúgio no conforto implica num afastamento da realidade interna (sentimentos, sensações, etc.) e externa, que são vividas como conflitantes, resultando numa percepção distorcida de nós mesmos e do mundo, ancorada numa série de tensões e resistências físicas e psíquicas.

A partir dessas experiências e interpretações crescemos, construindo uma identidade, uma noção de eu diferente e separado dos outros, e esse eu, por sua vez, torna-se o sujeito que julgará a si mesmo e as situações. Assim, a vida é vivida sob a constante tensão de nos sentirmos inadequados, desejosos sempre de algo diferente. Sempre imaginamos que alguém, diferente de nós, é feliz, vivendo com confortos. Isso acontece por valorizarmos e termos fantasias com relação ao que o outro possui.

Sob essa ilusão, ninguém é completamente feliz. A única diferença é que alguns são infelizes com confortos e outros infelizes sem confortos. Todo mundo deseja ser diferente do que é ou que o mundo seja diferente do que ele é. Este problema é comum a todos os seres humanos. Solucionar este problema é o objetivo da vida. Não se pode permanecer indiferente a ele. Através das várias experiências que temos em nossa vida, alcançamos uma maturidade para reflexão. Este é o grande momento, quando não somente vivemos em busca de confortos e prazeres, mas também analisamos o que desejamos com nossas aquisições. O mero acúmulo de objetos não produz felicidade. A insatisfação da mente não se resolve, satisfazendo todos os desejos.

O ser humano possui a capacidade de discernimento, o intelecto, e está consciente de si mesmo e do mundo ao redor. Diferente neste aspecto dos animais, que são governados por instintos, o homem possui a grandeza de ser consciente de si mesmo. Porém o eu, do qual está consciente, não lhe parece completo, nem adequado. Infelizmente ele se sente um ser inadequado e incompleto. E este ser incompleto, o único conhecido, cria o constante desejo de ser diferente, através de mudanças na vida.

Não existe problema algum em desejar e causar mudanças na vida. Aliás, as mudanças não podem ser evitadas; a vida é um processo de constante mudança. O problema é a expectativa que existe na mudança.

A expectativa é de que, produzindo uma nova situação em nossa vida ou modificando nosso passado, estaremos mais adequados, mais completos.

Tentamos fazer algo, não pela ação ou pela mudança, mas para sermos felizes, para eliminarmos a insatisfação. Em todas as mudanças que procuramos realizar em nossas vidas, o que buscamos é uma mudança em nós mesmos. Buscamos estar bem em qualquer situação, estar completos, adequados, de forma que nenhuma situação possa nos perturbar.

Ao analisarmos, percebemos a teia das fantasias e dos erros de interpretação e julgamento na qual estamos emaranhados. O questionamento, a compreensão e a aceitação do mundo como ele é e o processo de eliminar os conflitos que nascem dessa ilusão são necessários para atingirmos uma mente clara e tranqüila.

Esta mente clara e tranqüila é o que sempre estivemos procurando.

Yoga e Vedanta oferecem os meios para este despertar.

Yoga é um conjunto de técnicas que visam o equilíbrio do indivíduo para que ele possa descobrir-se como ser completo.

A descoberta deste ser completo, adequado em si mesmo, que não depende de situações para ser feliz, é o objetivo de Vedanta.

Descobrir que existe uma busca fundamental por detrás dos vários desejos é a maturidade espiritual. É o despertar para o objetivo maior da vida, o conhecimento do ser pleno que sou eu.

Retirado site http://www.vidyamandir.org.br/

Continue lendo...

Ana Sereno entrevista Glória Arieira

Texto Português de Portugal.
“Fiquei a pensar - o que traz a felicidade a alguém?”
No passado mês de Julho, Glória Arieira, que me atrevo a chamar de voz do Vedanta em português, esteve pela primeira vez em Portugal para um retiro na Quinta das Águias, dedicado ao II capítulo da Bhagavad Gita. Foi com enorme prazer que recebemos esta grande professora e que ouvimos a sua forma apaixonada de ensinar. Durante esta estadia houve ainda tempo e paciência, da parte da Glória, claro está, para responder a esta longa entrevista que agora publicamos.

A Glória despertou para este ensinamento muito cedo, com apenas 19 anos. O que buscava nessa altura?

Com 19 anos eu já tinha morado muito tempo fora do Brasil, nos EUA, onde fui pela primeira vez tinha 6,7 anos. Já tinha passado 3 meses a viajar pela Europa, tinha dinheiro suficiente para fazer o que quisesse e não me faltava nada. No entanto, não conseguia dizer que estava satisfeita. Faltava-me alguma coisa, mas eu nem sabia o que era.
Um dia aconteceu uma situação interessante. Eu tinha 17 anos, estava nos EUA, e encontrei um homem mexicano que veio falar comigo numa loja. Ele dizia ter 3 desejos na vida e que tinha a certeza que se os satisfizesse seria uma pessoa feliz e completa: ele queria, durante a sua vida, morar nos EUA, conhecer o Brasil e ir à Europa. Eu fiquei a pensar: eu nasci no Brasil, estou nos EUA, tenho viagem marcada para a Europa e não me sinto a pessoa mais feliz do mundo. Então, o que traz a felicidade a alguém? Definitivamente, este homem acha que vai ser feliz, mas eu estou numa condição que ele desejaria e não estou feliz! A partir desse momento comecei a pensar: o que faz alguém feliz? Pensei muito sobre qual seria o significado da vida. Para que estamos aqui? Se existe uma razão para esta vida será que estou a perder o meu tempo, ou estou a fazer o que tenho de fazer? Isto marcou o início de uma busca sobre qual o objectivo da vida.
Então, voltei para o Brasil e, prestes a fazer 18 anos, fui para a Europa. O meu pai deu-me uma passagem para a Alemanha, onde tinha primos, e algum dinheiro para eu destinar como quisesse, ou para viajar ou para fazer compras. O que pensei logo foi: tenho de viajar, visitar o máximo de coisas possível e quem sabe numa destas viagens encontro a minha resposta. Viajei muito e foi muito impactante. Fui para Berlim Ocidental e vi as pessoas verdadeiramente felizes, porque viviam o dia presente, sabendo que se houvesse algum problema na Alemnha Oriental elas estavam bem no meio. Viviam também com satisfação, porque o muro não tinha passado no meio das suas casas e tinham ficado do lado livre. Isto para mim foi um ensinamento de vida – viver aquilo que se tem e não projectar o futuro. Estas coisas fizeram-me pensar muito sobre a vida, o objectivo da vida, como aproveitar a vida. Comecei então a procurar essas respostas na filosofia, fazendo diversos estudos, no budismo zen, comecei a praticar yoga, tornei-me vegetariana, fazia meditação e pranayama de manhã cedo no alto da montanha, encontrei uma pessoa que buscava o mesmo que eu e casei-me. Mas tudo o que aconteceram foram experiências, nada mais. Estava realmente desanimada, não sabia mais o que fazer, tentei isolar-me na Patagónia mas nem cheguei até lá, foi então que conheci o Swami Chinmayananda que, numa palestra apenas, falou de tantas coisas que respondiam à minha busca. Ele disse que as pessoas são como flores e que quando verdadeiramente amadurecem abrem-se com toda a sua beleza e perfume, mas que tinham de chegar primeiro a este ponto de amudericmento e de beleza e para lá chegarem precisavam de um jardineiro capaz, de um mestre ou de um professor que as fizesse exteriorizar todo o seu potencial. Foi uma palestra simples mas tocou-me. Foi aí que comecei a interessar-me por este ensinamento e acabei por ir para a Índia, onde conheci o Swami Dayananda. Quando o vi, percebi que não o estava a conhecer pela primeira vez, que já vínhamos de outras datas, vinculei-me a ele e assim estou até agora.
Na primeira aula que fez na Índia com o Swami Dayananda percebeu de imediato que a suas respostas estavam ali?

Quando ouvi a palestra do Swami Chinmayananda no Brasil, vi logo que naquele conhecimento estava a minha resposta e quando conheci o Swami Dayananda vi que ali estava a pessoa com quem ia aprender. Não me lembro especificamente das primeiras aulas, mas lembro-me claramente destes dois momentos – um em que vi o Swami Chinmayananda e percebi que era aquilo e o outro em que vi o Swami Dayananda e soube que ele era a pessoa que me ensinaria.
Como é que a sua família viu a decisão de ficar a estudar na Índia?

Eu já me tinha casado muito cedo, o que na visão deles já tinham sido uma maluquice, ir para a Índia era só uma segunda maluquice. Eu já me tinha casado, já me tinha tornado vegetariana, já praticava yoga, então foi só mais uma coisa. Os meus pais têm uma filosofia de respeito pelos valores e pelas escolhas dos filhos, pelo que foi mais ou menos tranquilo. Depois quando eu estava mesmo a morar na Índia eles foram até lá ver como eu estava e conhecer o ashram. As minhas duas avós é que realmente reagiram. A minha avó materna perguntou porque é que ia para um mosteiro na Índia se existiam mosteiros no Brasil e a minha avó paterna disse que na Índia eu acabaria por me tornar uma escrava branca. Ficaram completamente horrorizadas, mas não tinham como não aceitar.
Como foram esses primeiros tempos de Índia?

O primeiro ano e meio foi muito difícil, porque eu cheguei já o curso ia a meio e não queriam aceitar-me. Como o Swami Chinmayananda insistiu eu fiquei. Tive algumas dificuldades com umas americanas que estavam lá a estudar e entendi muito pouco porque as aulas já estavam muito avançadas. Foi muito difícil.
Alguma vez pensou em desistir e voltar para o Brasil?

Não, nunca pensei nisso. Apesar das dificuldades eu queria ficar e prometi fazer o que fosse preciso para isso. Quando o curso acabou pedi ao Swamiji para me deixar ficar, ele não queria deixar porque a toda a gente queria o mesmo. Então ele propôs-me conhecer a Índia, fez uns contactos com conhecidos, arranjou-nos um condutor, um carro e casas de famílias que nos receberam, isto durante 10 meses. Durante esse tempo acompanhámos também o Swamiji até aos locais onde ele ia fazer palestras às quais assistíamos. Foi assim que tive a oportunidade de conhceer as pessoas, a cultura e o modo de vida indiano.
A via da renúncia foi alguma vez uma hipótese para si?

Não, nunca pensei em renúncia. Os renunciantes nunca me encantaram. Sempre dei valor a uma vida simples e tranquila, mas eu também vivia isso, pelo que nunca tive esse desejo.
De que forma é que esta tradição afectou o seu estilo de vida?

Depois dos 10 meses em que viajei com o Swamiji iniciei o outro curso, que já foi bem mais fácil, de uma forma geral. Comecei desde o início, aprendi muito canto védico de que eu gosto muito e a minha vida era aquela vida do ashram. Dormíamos em quartos individuais, estudávamos sânscrito e Vedanta. Neste segundo curso estabeleci um estilo de vida que mantive mesmo depois de regressar ao Brasil. Acordava cedo, tomava banho, fazia meditação e a minha vida inteira foi como a vida do ashram. Mesmo casada e com filhos nunca deixei de fazer estas coisas – acordar cedo, fazer meditação, fazer cânticos, estudar, dar aulas. A minha vida inteira tem sido assim.
Na sua opinião é possível viver de acordo com este ensinamento durante toda a vida sem a sua parte, digamos, mais religiosa e ritualística?

Não é obrigatório juntar as duas coisas, mas à medida que vamos tendo uma apreciação de Ísvara, a relação com ele, de forma devocional digamos assim, torna-se uma coisa natural. Eu identifiquei-me com o aspecto religioso do hinduísamo que está nos Vedas. Quando parti para a Índia nunca pensei em hinduísmo, na verdade, nunca pensei em religião. Para mim era um conhecimento, uma filosofia, mas à medida que fui descobrindo Ísvara fui-me identificando com isso. Não é necessária a parte religiosa, mas alguma relação com Ísvara é importante, na forma de japa, por exemplo, isso é importante.
Quanto deste ensinamento se refletiu na educação que passou para os seus filhos?

Bem, na sequência da resposta anterior, a parte religiosa não é importante no sentido formal de seguir o hinduísmo, mas é importante ter um conceito de Deus, uma relação com Deus. Então eu pensei que não ia formalmente impor a religião hindu aos meus filhos, mas eles sempre me viram fazer puja, cânticos, bhajans e festividades no meu centro de estudos. Eles iam e participavam. Dentro de casa não se comia carne, tiravam-se os sapatos, sempre recebíamos Swamis, eles foram pequenos para o ashram do Swamiji nos EUA para participarem de um programa para crianças, ensinei-os a fazer japa... Os meus filhos tiveram uma exposição a isto, mas deixei que fossem eles a escolher. Fiz um ritual de conversão para o hinduísmo e a minha filha também quis fazer, mas os meus outros dois filhos não, por exemplo.
Chegou a levá-los para a Índia alguma vez?

Há dois anos atrás o meu filho mais velho foi comigo. Eu queria que ele fosse comigo a um templo de Venkatesha no sul da Índia. Foi um templo ao qual eu queria ter ido desde que ouvi falar dele mas nunca tinha conseguido ir. Ele adorou. Até porque, como ele diz, sempre teve uma exposição à vida indiana, aos indianos, aos Swamis que eram os meus amigos, então conhecer tudo aquilo foi importante para ele.
Quando regressou ao Brasil depois da Índia começou logo a ensinar?

Voltei da Índia, tal como fui, de barco. Era um navio cargueiro que saía do Japão, e só cheguei ao Brasil em Setembro. Em Dezembro o Swamiji iria lá então só tivémos aqueles meses para organizar a vinda dele. Ele veio e ficou cerca de 15 dias. No final da palestra ele anunciou que em Janeiro começariam as minhas aulas, então não tive escolha e comecei (risos). Comecei a dar aulas em escolas de yoga à noite e depois em casa. Na primeira aula acho que tive uns 6 alunos (risos).

Sempre soube que ensinaria?

Quando fui para a Índia não tinha pensado nisso de maneira nenhuma, fui por mim. Mas desde cedo percebi que tinha um jeito para ensinar, desde nova tinha muita facilidade para alfabetizar adultos. Enquanto estava no ashram, durante o segundo curso, o Swamiji pediu-me também para ajudar umas pessoas que não estavam a compreender as aulas, então depois da aula dele eu dava a mesma aula para essas pessoas. Tudo começou ali mesmo, eu nem sabia se estava a ensinar bem… Mas até hoje uma dessas senhoras que eu ensinava, do Canadá, manda-me todos os anos um cartão de Natal, agradecendo e dizendo que as notas que tirou na minha aula a acompanham até hoje e que por causa delas dá aulas ainda hoje. Mas quando cheguei ao Brasil tive muitas dificuldades porque tinha aprendido tudo em inglês, tinha 25 anos dos quais mais de 9 tinham sido fora do Brasil, então não conseguia ensinar em português e tive muita dificuldade. Depois fui traduzinho os termos todos para português e fui traduzindo palestras do Swamiji para escolher os termos em português. Muitos dos termos que uso hoje nas aulas parei e pensei bem sobre eles.
Como é manter uma vida simples e uma paz interior numa cidade como o Rio de Janeiro?
Para mim não é difícil. Eu poderia viver em qualquer lugar, mas uma vez que falo português acho que a minha obrigação é estar aqui e ensinar em português as pessoas que, como eu, querem aprender. Ficar na Índia teria sido fácil de mais para mim. Continuar a levar aquela vida simples no ashram, estudar, isso não era o desafio. O desafio era voltar e começar a ensinar, podia até nem ter dado certo mas eu tinha de tentar.

Entrevista retirada do site http://www.dharmabindu.com/

Continue lendo...

Faxina no Corpo - Tratamento Ayurvédico.

Com muita massagem, dieta e mudança de hábitos é possível limpar as toxinas do corpo. Veja a experiência de quem fez um tratamento ayurvédico – e ficou com a saúde tinindo!

“Você gosta mais do tempo quente ou frio?” Sentada na cadeira do consultório, de frente para o médico, me surpreendi com a pergunta. Eu gosto mais do calor, no frio minha sinusite fica pior e os intestinos, mais presos. Então ele me pediu para ficar de pé e colocar a língua para fora. Depois de observála atentamente, contou que havia acúmulo de toxinas em meu corpo. Tomou meu pulso por alguns segundos e disse: “Você é Vata-Pitta, ar e fogo são os elementos da natureza que a regem”. Tudo parecia muito interessante.


Bem, é que essa não era uma consulta convencional, mas com um especialista em ayurveda, a tradicional ciência indiana. Eu o procurei porque andava com baixa imunidade, tinha resfriados constantes, muito cansaço, e sentia que o problema não estava nas gripes, mas no que havia por trás delas. Queria um profissional que pudesse olhar para minha saúde como um todo. E este é justamente o princípio dessa terapia oriental: observar as características físicas e comportamentais de cada pessoa e levar em conta os hábitos alimentares e do cotidiano para fazer seus diagnósticos.

Continue lendo...

Leitura Corporal - Detalhe do Guia Visual






Clique na figura para ampliar


Este guia é vendido pelo site http://www.leituracorporal.com.br/

Continue lendo...

Leitura Corporal

A Leitura Corporal descreve as funções emocionais dos segmentos e das estruturas corporais e estuda as associações que existem entre as manifestações do Corpo Físico e os processos psíquicos e sensoriais do Ser Humano.

Relação Corpo Físico / Corpo Emocional.
Sustentada na afirmação de que o corpo vive, regista, reage e revela a história individual, a Leitura Corporal relaciona as formas e a funcionalidade do corpo, os traços fisionómicos, as posturas, as sensações e os sintomas físicos aos conteúdos mentais e às particularidades comportamentais e estabelece um paralelo entre a linguagem do corpo, o estado de saúde, as disfunções orgânicas e o autoconhecimento.
Por entender que a saúde decorre da livre movimentação dos impulsos internos e da expressão original e espontânea das emoções, sentimentos e vontades vividas, concebe as manifestações corporais como traduções do desejo e da vontade e como orientadoras do como agir e actuar. Vê, nos desconfortos e adoecimentos, a sinalização de que existe insatisfação e do como satisfazer-se.
A Leitura Corporal avalia os desequilíbrios energéticos e os adoecimentos como reflexos da contenção, da limitação dada à experimentação do prazer e das distâncias criadas entre o Ser e o Estar e entre o Sentir e o Expressar, e identifica a doença como um mecanismo que ajuda na localização dos conflitos emocionais, facilita o entendimento dos processos pessoais, estimula a auto-aceitação e a reorganização do pensamento e da atuação.
Tem o propósito de mostrar que a aprendizagem e o exercício do conhecimento e do convívio com o corpo, a leitura e a compreensão de suas manifestações, são instrumentos para a prevenção e evolução da saúde nos planos físico e sutis. A Leitura Corporal confia que cada sinal ou conformação física traz o seu significado e permite a percepção do saudável e do adoecido, apontando o caminho para o reequilíbrio e para a clareza, para a assimilação e aproveitamento de cada experiência vivida. Entende que o relacionar incomodos e estados internos, o aceitar viver as emoções e os sentimentos, o tornar-se consciente, assumindo e evoluindo o próprio processo, suscita o poder da auto-cura.
A Leitura Corporal utiliza como recursos de tratamento a massoterapia (massagem com intenção), feita por pessoas habilitadas e/ou auto-massagem, práticas e exercícios de sensibilização, homeopatia, entre outros.
Retirado do site http://sermulher.mundopt.com

Continue lendo...